sábado, 1 de dezembro de 2018

Caso Beatriz: famoso médico legista se oferece para ajudar na investigação

Prestes a completar três anos, no próximo dia 10 de dezembro, o assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, em Petrolina, no Sertão, não teve solução da Polícia Civil de Pernambuco. Nem duas forças-tarefas do Ministério Público ajudaram a descobrir o autor e a motivação do crime bárbaro. Nesta sexta-feira (30), o médico legista George Sanguinetti, famoso nacionalmente por investigar mortes como a de Paulo César Farias (PC Farias). usou as redes sociais para criticar o trabalho da polícia pernambucana. “3 anos de impunidade. A cidade abriga um matador de criança. A polícia mostrou fragilidade na condução das investigações”, afirmou. Sanguinetti também ofereceu para contribuir com as investigações


HISTÓRICO

O corpo de Beatriz Motta foi encontrado com várias lesões provocadas por faca dentro de uma sala isolada no colégio particular onde ela estudava, em 10 de dezembro de 2015. Acontecia uma festa de formatura e a instituição estava bastante movimentada, mas nenhuma testemunha disse ter visto o crime. Segundo as investigações, com base em depoimentos de testemunhas, o suspeito teria tentado se aproximar de outras duas crianças antes de chegar até Beatriz.

Em outubro de 2017, a Polícia Militar prendeu um homem suspeito de um homicídio e chegou a afirmar que ele apresentava semelhanças físicas com o suspeito de matar a menina em Petrolina. A Polícia Científica colheu material genético dele para exames. Mas o homem não poderia ter praticado o crime pois naquele 10 de dezembro de 2015 ele estava preso por tráfico de drogas na Cadeia Pública de Santa Maria da Boa Vista. A prisão aconteceu oito dias antes do homicídio e ele só teve o relaxamento autorizado pela Justiça em maio do ano seguinte.

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